1937
Localizada estrategicamente próxima aos armazéns ferroviários, a Cerealista José Bonifácio & Cia. Ltda. facilitava o escoamento da produção agrícola local. Inicialmente focada no comércio de café, principal produto da época, a cerealista expandiu suas atividades para outros grãos, acompanhando as tendências e[...] Leia mais
1930
A história do café no Paraná é um dos capítulos mais emblemáticos da transformação socioeconômica no Brasil. Enquanto outras regiões do estado viviam ciclos como o da erva-mate e da madeira, ou eram impactadas pela pecuária e pela mineração de ouro, a partir do início do século XX, o Norte do Paraná começou a experimen[...] Leia mais
1934
Em 19 de agosto de 1934, Londrina celebrava a inauguração de sua primeira igreja católica, dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Localizada no ponto mais alto do lugarejo, onde hoje se ergue a Catedral Metropolitana, a igreja simbolizava tanto a expressão da fé quanto a união e o esforço coletivo dos pioneiros que desb[...] Leia mais
1937
Em 1936, quando Londrina ainda era uma cidade em formação, José Bonifácio e Silva desembarcou na terra vermelha com o olhar atento para as oportunidades. Recém chegado de São Paulo, trazia a experiência de ter participado como sócio de uma empresa de importação e exportação, a Platezeck. Rapidamente, reconheceu o poten[...] Leia mais
1930
A década de 1930 foi um período de intensas transformações no Brasil, especialmente nas regiões em desenvolvimento, como o Norte do Paraná. Londrina, ainda em seus primórdios, tornou-se ponto de convergência para personagens que, embora vindos de contextos distintos, contribuíram para a compreensão e registro dessa ter[...] Leia mais
1934
É curioso pensar que o cinema em Londrina nasceu antes mesmo da cidade existir oficialmente. Em 27 de abril de 1934, quando a área ainda era uma fronteira em desenvolvimento, o japonês Hikoma Udihara registrou com sua câmera 16mm uma colheita de algodão no sítio de Massaji Ohara e Massahiko Tomita. Apenas oito meses de[...] Leia mais
1932
Na década de 1930, enquanto o Brasil se urbanizava, um homem registrava silenciosamente o nascimento de uma cidade que viria a ser um polo agrícola e cultural no Norte do Paraná. Hikoma Udihara, nascido em 1882 na província de Kochi, Japão, chegou ao Brasil em 1910, e além do seu trabalho como corretor da Companhia de [...] Leia mais
1935
Em 28 de julho de 1935, o apito do trem foi ouvido pela primeira vez em Londrina, anunciando a inauguração da estação ferroviária e conectando a jovem cidade ao restante do país. A chegada da ferrovia, pela Estrada de Ferro São Paulo-Paraná (EFSP-PR), representou um marco no desenvolvimento econômico e social da região[...] Leia mais
1935
Em meio ao clima de modernização que tomava conta do Brasil nos anos 1930, um acontecimento marcou a história do desenvolvimento do Norte do Paraná. A inauguração da ponte ferroviária sobre o rio Tibagi, em 28 de julho de 1935, representou muito mais que uma simples obra de engenharia – simbolizou a consolidação de um [...] Leia mais
1934
Em uma época em que Londrina ainda dava seus primeiros passos como cidade, um visionário empresário transformou um simples galpão de beneficiamento de arroz em palco para uma revolução cultural. Era 1934 quando Antonio Augusto Caminhoto decidiu que sua máquina de arroz na rua Quintino Bocaiúva seria a primeira sala de [...] Leia mais
1930
O primeiro plantão farmacêutico de LondrinaO primeiro plantão farmacêutico de Londrina, realizado em 9 de outubro de 1934, é um marco significativo na história da saúde pública local. Apenas dois meses antes de Londrina ser oficialmente elevada à categoria de município, a Farmácia Gomes, sob a liderança de Daniel Gomes[...] Leia mais
1934
Por trás do sucesso do Cine Theatro Municipal de Londrina, inaugurado em 1940, estavam os Irmãos Nishiyama, empreendedores que desempenharam um papel crucial na vida cultural da cidade. Satoro Nishiyama, um dos fundadores, foi a principal figura à frente da administração do cinema. Junto com seu irmão, Satoro criou um [...] Leia mais
1934
Construída em 1934, a antiga Escola Estadual Evaristo da Veiga foi a primeira construção do município em concreto armado. Localizada na rua Goiás, número 544, na esquina com a rua Mato Grosso, a escola foi uma das referências na formação educacional de várias gerações de londrinenses, tornando-se um marco na história d[...] Leia mais
1934
As primeiras farmácias de Londrina foram pilares no desenvolvimento da cidade e no cuidado à saúde de seus habitantes. Em materiais históricos há menção à farmácia de Prisciano Gurgel de Macedo, com início de atividades em 1934. A Farmácia São João, fundada por Pedro Nolasco da Silva e depois administrada pelo também f[...] Leia mais
1934
Aos 28 anos, Lupércio Luppi, um alfaiate vindo de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, chegou a Londrina em outubro de 1933, decidido a se estabelecer definitivamente após a perda de sua esposa. Em 1934, inaugurou a Alfaiataria Luppi, tornando-se referência em estilo e sofisticação da moda masculina local. A[...] Leia mais
1930
O Hotel Paulista, um dos primeiros hotéis da cidade, funcionou por cerca de uma década, a partir de meados dos anos 1930, em um sobrado de alvenaria localizado na rua Minas Gerais, número 684, entre as ruas Sergipe e Maranhão. Ele representou a expansão e o progresso dos negócios de Carolina e Pedro Marinho Arquelão, q[...] Leia mais
1934
A fotografia capturada nos anos iniciais de Londrina mostra a icônica Farmácia São João. Localizada na esquina da rua Maranhão com a avenida Rio de Janeiro, onde hoje é um movimentado trecho do Calçadão, essa farmácia representava um ponto de atendimento para uma população que contava com poucos hospitais.Fundada em 19[...] Leia mais
1934
Octavio Taccola, filho de imigrantes italiano, nascido em 23 de fevereiro de 1897 no estado de São Paulo, sempre foi fascinado pela mecânica de automóveis e caminhões. Buscando também oportunidades, no final de 1934, chegou a Londrina sozinho, e logo depois trouxe sua esposa, Theresa Radeke, e seus filhos, José Carlos [...] Leia mais
1930
O livro Memórias Fotográficas, publicado em 2012, aponta que o primeiro a exercer a atividade de farmacêutico em Londrina foi Prisciano Gurgel de Macedo. Sua farmácia localizava-se na esquina da rua Maranhão com a avenida Rio de Janeiro, onde hoje está o edifício América. Pouco tempo depois, a farmácia foi adquirida pe[...] Leia mais
1934
A fotografia em preto e branco revela a Farmácia Gomes, de Daniel Gomes Leme, um dos primeiros farmacêuticos da cidade. Ele chegou em Londrina em 1933 e no ano seguinte fundou a farmácia que se localizava na rua Minas Gerais, entre as ruas Sergipe e Maranhão. Era uma das farmácias pioneiras da cidade, destacando-se por[...] Leia mais
1934
Antes de abrigar os 17 andares do edifício América, o primeiro "arranha-céu" de Londrina, inaugurado em 1960, o terreno na esquina das avenidas Paraná (antes, rua Maranhão) e Rio de Janeiro era ocupado por um imóvel onde, durante cerca de 25 anos, funcionaram farmácias que ofereciam remédios e serviços.O prédio de alve[...] Leia mais
1934
Em meados da década de 1930, Londrina era uma cidade promissora do Norte do Paraná, atraindo pessoas em busca de oportunidades. Entre esses pioneiros estava a família Oliveira, liderada por Belmiro Corrêa Oliveira, que chegou à cidade em setembro de 1934. Com expertise em serviços gráficos, a família fundou a Typograph[...] Leia mais
1934
Nas primeiras décadas de Londrina, a Typographia Oliveira desempenhou um papel crucial na vida administrativa e cultural da cidade. Ela se tornou um ponto de convergência para intelectuais, comerciantes e políticos locais. Forneceu os documentos essenciais para o funcionamento da cidade, como guias, alvarás e notas fis[...] Leia mais
1937
A Vila Casoni, uma das áreas mais tradicionais de Londrina, tem suas raízes nos anos 1930, quando as terras férteis da região atraíam migrantes em busca de prosperidade. Fundado oficialmente em 1937, o bairro surgiu graças à visão e perseverança de Domingos Casoni, um migrante paulista que decidiu investir nas promisso[...] Leia mais
1930
A praça Floriano Peixoto carrega consigo uma das lendas urbanas mais intrigantes da cidade. Muitos acreditam que o traçado das calçadas que cruzam a praça reproduz a bandeira do Reino Unido, em um possível tributo à influência inglesa na fundação de Londrina. A Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP), de origem brit[...] Leia mais
1936
Em 2018, em entrevista ao repórter Walter Telle, publicada no Maringá Post, o historiador João Laércio Lopes Leal trouxe à tona uma afirmação que lança luz sobre a origem de Maringá: "Londrina é a mãe de Maringá". Segundo ele, foi Londrina, sob a liderança da Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP), que fundou o Pat[...] Leia mais
1930
A Londrina que conhecemos hoje, repleta de movimentação e expansão urbana, contrasta profundamente com o cenário do início dos anos 1930, quando a cidade dava seus primeiros passos. O cruzamento das atuais avenidas Duque de Caxias e Celso Garcia Cid, onde hoje circulam centenas de carros e pedestres, marca o início das[...] Leia mais
1930
Quando as primeiras pessoas chegaram ao local onde hoje se ergue Londrina, encontraram-se em meio a uma exuberante e densa mata atlântica. Entre as gigantes figueiras, perobas, guapuruvus e pau d’alhos, uma árvore em particular chamou a atenção dos pioneiros: o palmito jussara (Euterpe edulis). Parte da flora exuberant[...] Leia mais
1930
Alguns dos bairros pioneiros de Londrina, localizados na faixa entre as avenidas Leste Oeste e Brasília, e da Vila Portuguesa até o Marco Zero, são mais do que simples pontos no mapa urbano. Eles são lugares especiais de uma cidade que cresceu e se modernizou, mas que nunca perdeu de vista suas raízes. Esses bairros ab[...] Leia mais
1930
O Museu Escolar de Londrina (MEL) é um projeto vibrante que busca preservar e compartilhar a rica história educacional de Londrina e região. Nascido da preocupação de professores em manter viva a memória das práticas educativas, o MEL se tornou uma iniciativa fundamental para valorizar e divulgar o patrimônio histórico[...] Leia mais
1933
A Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP) sempre mostrou-se atenta às necessidades de infraestrutura para transformar o pequeno povoado em um município próspero. Em 1933, a colonizadora instalou seu primeiro gerador de energia na rua Maranhão, onde funcionavam suas oficinas. O motor, movido a óleo cru, tinha apenas [...] Leia mais
1930
No final da década de 1930, Londrina, em pleno crescimento, inaugurou sua terceira rodoviária. Localizada onde hoje se encontra a Concha Acústica, na praça Primeiro de Maio, essa nova rodoviária surgiu como uma resposta à expansão e às crescentes necessidades da cidade. Apesar de ser uma estrutura simples e modesta, fu[...] Leia mais
1934
Em 1933, a criação da Empresa Rodoviária Heim & Garcia por Celso Garcia Cid e Mathias Heim marcou o início de uma nova era no transporte de Londrina. Com a concessão obtida em 15 de janeiro de 1934, a empresa começou a operar linhas rodoviárias que ligavam Londrina a Cambé (então Nova Dantzig), Rolândia e Arapongas[...] Leia mais
1930
A história de Londrina é marcada por uma série de evoluções e transformações, e a primeira estação rodoviária da cidade é um exemplo emblemático dessa trajetória. Construída no início dos anos 1930 pela Companhia Ferroviária São Paulo - Paraná (SPP), essa estação foi fundamental para a mobilidade dos moradores e o dese[...] Leia mais
1930
A imigração alemã para o Norte do Paraná tem suas raízes na Sociedade para Estudos Econômicos de Além Mar, uma organização criada em 1927 na Alemanha para auxiliar aqueles que desejavam emigrar. Em 1932, por meio de um acordo com a Companhia de Terras do Norte do Paraná e a Paraná Plantations, o primeiro grupo de alemã[...] Leia mais
1930
Londrina, com sua rica mistura de culturas e tradições, testemunhou a chegada de muitos imigrantes japoneses que buscavam novas oportunidades no Brasil. Para reunir essa crescente comunidade, nasceu a Nihojin-Kai, a Associação Japonesa de Londrina. Sob a liderança de seu primeiro presidente, Hikoma Udihara, a Nihojin-K[...] Leia mais
1939
A rua Sergipe é um centro comercial vibrante e um testemunho vivo da evolução arquitetônica da cidade. Em 1939, um decreto municipal proibiu a construção de casas de madeira nas principais vias da cidade, permitindo apenas edificações de alvenaria. Essa mudança marcou o início da presença do estilo art déco na rua Serg[...] Leia mais
1934
A trajetória da Diocese de Londrina reflete a determinação e a fé de uma comunidade em constante crescimento. Iniciada com a criação da Paróquia de Londrina em 1934 por Dom Fernando Taddei, a igreja foi dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, estabelecendo as bases para uma forte tradição católica na região.Em seus prime[...] Leia mais
1934
Situada estrategicamente na rua Sergipe, entre a rua Bahia e a avenida São Paulo, a Casa Azul foi um estabelecimento comercial de destaque em Londrina nas décadas de 1930 e 1940. O estabelecimento era um ponto de encontro para os moradores e agricultores locais. Fundada por Guizaku Nishioka, essa loja de secos e molhad[...] Leia mais
1933
Em 1933, na esquina das atuais rua Mato Grosso e avenida Celso Garcia Cid, o engenheiro Carlos Rotmann, funcionário da Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP), construiu em madeira o Hotel Germânia. A transformação do Germânia em 1942, de madeira para alvenaria, sem interromper suas atividades, simboliza [...] Leia mais
1931
Em 1931, o Empório Alemão surgiu como um marco na cidade de Londrina, catalisando tanto o desenvolvimento comercial quanto a integração cultural na região. Frederico Schulteiss, ex-chefe de depósito da Siemens Schuckert S/A em São Paulo, motivado pela promessa de prosperidade no Norte do Paraná, decidiu aventurar-se al[...] Leia mais
1930
Além de sua habilidade como construtor, Manoel Joaquim Gregório se destacou como um empreendedor visionário. Sua estratégia de negócio era garantir a independência e a qualidade de suas obras, investindo em diversas áreas da cadeia produtiva da construção civil. Para isso, ele estabeleceu um escritório especializado em[...] Leia mais
1930
Manoel Joaquim Gregório foi um dos pioneiros da construção civil em Londrina, destacando-se pela sua visão arrojada e inovadora. Nascido no início do século XX, Gregório iniciou sua carreira em uma época em que Londrina ainda dava seus primeiros passos como cidade. Sua habilidade em transformar ideias em estruturas con[...] Leia mais
1931
Em 1930, a inauguração da balsa sobre o rio Tibagi marcou um ponto crucial no desenvolvimento de Londrina. Este momento histórico facilitou o acesso ao Norte do Paraná e impulsionou a colonização e o desenvolvimento urbano da área, começando com a construção do hotel Campestre, que serviu como um dos primeiros pontos d[...] Leia mais
1933
Em uma Londrina ainda em formação, a inauguração da estação rodoviária em janeiro de 1933 foi um marco significativo, simbolizando o início de um novo capítulo na história de transporte e desenvolvimento da cidade. A rodoviária foi construída antes mesmo da chegada da ferrovia, prevista para o ano seguinte. A imagem é [...] Leia mais
1930
Na década de 1930, a paisagem urbana no cruzamento da avenida Paraná com a avenida Rio de Janeiro e a rua Minas Gerais, em Londrina, era marcada por um cenário de transformação e desenvolvimento urbano. Essa área emergia como um ponto focal na vida da cidade, demonstrando tanto sua vitalidade quanto seus desafios.A ave[...] Leia mais
1933
Fundada oficialmente em 1933 como Associação Japonesa de Londrina (Nihonjin-kai), a Associação Cultural e Esportiva de Londrina (ACEL) tem suas raízes entrelaçadas com a história da colonização de Londrina. O primeiro presidente, Hikoma Udihara, foi uma figura chave na criação da associação e também na introdução e est[...] Leia mais
1935
No alvorecer de sua história, Londrina, um município que emergia como uma promessa de desenvolvimento no Norte do Paraná, enfrentava desafios típicos de uma localidade em formação. Um dos mais prementes era estruturar um sistema de funcionalismo público que atendesse às necessidades básicas da sua população crescente. [...] Leia mais
1933
No começo, chegar em Londrina era uma verdadeira odisseia. Em meio às vastas florestas e escassas vias de comunicação, a travessia do rio Tibagi era uma manobra arriscada. O rio, um importante corredor de comércio e escoamento de mercadorias nos primeiros anos do século XX, encontrava-se isolado devido à infraestrutura[...] Leia mais
1930
Londrina, conhecida como a "capital mundial do café", tem uma história profundamente entrelaçada com a cultura do café. Essa influência estende-se além das plantações e cafés da região, marcando de maneira significativa o setor hoteleiro da cidade.Nos anos dourados da cafeicultura, a economia de Londrina floresceu, atr[...] Leia mais
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