1950
Sob o sol forte da Londrina da década de 1950, a rua Minas Gerais se apresenta vibrante, um retrato da efervescência urbana de uma cidade que se projetava como capital do café e do progresso. A fotografia de Yutaka Yasunaka, de precisão quase cinematográfica, eterniza tanto uma paisagem quanto o espírito de uma época.À[...] Leia mais
1958
Na edição de 26 de novembro de 1958, os leitores da Folha de Londrina despertaram com uma imagem que desafiava a lógica dos trilhos: carros ferroviários retorcidos sobre a mata e muita gente em silêncio ao redor do local da tragédia. Era o registro do maior desastre ferroviário já ocorrido com um trem de passagei[...] Leia mais
1950
Quem embarcava em Londrina rumo a Ourinhos entre as décadas de 1930 e 1970 sabia que o destino não chegaria em poucas horas. Mas também sabia que o caminho, feito a cerca de 40 km/h, era tão importante quanto a chegada. A linha da Companhia Ferroviária São Paulo-Paraná (SPP.) era uma linha de costura que conectava comu[...] Leia mais
1956
Onde antes cresciam cafeeiros, laranjeiras e flores sob o cuidado dos colonos japoneses da Colônia Ikku, o ronco dos motores de aviões passou a ecoar. A transformação do solo fértil em pista de pouso não foi apenas uma mudança física, mas um marco simbólico de um novo tempo para Londrina. O registro aéreo feito por Yut[...] Leia mais
1953
Destaca-se na foto uma perspectiva do edifício que abrigou o Hotel Monções em avançado estágio de construção. Depois de sua inauguração em 1953, a rotina do Monções não se resumia ao sobe e desce dos hóspedes em seus quartos. Era ali, na portaria tida como “a melhor do Paraná”, que nasciam histórias que, até hoje, estã[...] Leia mais
1953
A imagem é um recorte de uma das mais famosas fotografias feita por Carlos Stenders e registra a época em que o prédio do antigo Hotel Monções, na rua Maranhão, ainda estava em construção. Se os salões do Monçõe tivessem voz, contariam histórias que misturam café, música e poder. Por trás de sua fachada [...] Leia mais
1958
O Hotel Monções era um local de encontros. Reuniões de médicos, por exemplo, eram frequentes, especialmente entre meados dos anos 1950 e a década de 1960. Reuniam-se pelos mais diversos motivos, sendo um deles o futebol. A foto mostra um grupo de médicos comemorando a conquista do Brasil na Copa do Mundo de 1958. [...] Leia mais
1950
Se houvesse um ponto onde a história de Londrina se encontrava com o futuro, este era o espaço que a fotografia eterniza: no meio da imagem, mais à direita, a monumental Estação Ferroviária, inaugurada em julho de 1950, com seu telhado inclinado que lembrava os casarões europeus e saudava o viajante que chegava de trem[...] Leia mais
1950
Na década de 1950, Londrina já se destacava como terra fértil para o café e para o progresso, mas também enfrentava desafios invisíveis, como a ameaça silenciosa da raiva animal. A fotografia, feita pelo olhar atento de Oswaldo Leite, revela tanto a campanha de vacinação quanto um momento de mobilização coletiva que ec[...] Leia mais
1950
Vista de cima, a Londrina dos anos 1950 revela uma cidade que nascia com a força de quem acreditava no futuro. No centro da fotografia histórica capturada pelo olhar preciso de Yutaka Yasunaka, surge o icônico Estádio Vitorino Gonçalves Dias, conhecido pelos torcedores simplesmente como o VGD. Na época, ele era um símb[...] Leia mais
1950
Quando Londrina ainda dava seus primeiros passos como cidade agrícola, um nome se tornou sinônimo de desenvolvimento rural, organização e progresso: Cooperativa Agrícola de Cotia (CAC). Fundada em 1927, em Cotia (SP), por um grupo de imigrantes japoneses determinados a superar as dificuldades no cultivo de batatas, a C[...] Leia mais
1950
A fotografia capta um momento que transcende o simples ato de um desfile. Ela revela uma Londrina de outros tempos, onde a vida urbana pulsava de forma diferente. A cena acontece na avenida Paraná, bem em frente ao imponente Cine Ouro Verde, com a sua elegante fachada modernista, símbolo cultural da cidade desde sua in[...] Leia mais
1950
Do alto, Londrina revela sua face jovem e em formação. A imagem aérea dos anos 1950 é uma cápsula do tempo que nos transporta para uma cidade que ainda respirava os ares da floresta, mas já sonhava com a verticalização. No centro da fotografia, como um marco simbólico e espiritual, ergue-se a Igreja Matriz, já com suas[...] Leia mais
1950
A fotografia, provavelmente dos anos 1950, capta uma cena serena na esquina das avenidas Paraná e São Paulo, tendo ao lado a praça Marechal Floriano Peixoto — um dos marcos fundacionais da paisagem urbana de Londrina. O ritmo é outro: o movimento comedido das pessoas, o trânsito sem pressa, o silêncio visual dos comérc[...] Leia mais
1959
A cena é de 1959, ano emblemático para Londrina. A cidade celebrava seu jubileu de prata com uma aura de prosperidade e expansão. Em meio a esse espírito festivo, a foto eterniza um momento de tradição acadêmica e descontração: o trote dos calouros da Faculdade de Filosofia, instituição recém-criada e que integrava o e[...] Leia mais
1952
Em uma época em que a educação musical era restrita a padrões conservadores e predominantemente femininos — quando, como se dizia, “as boas moças tocavam piano” — três professoras ousaram mudar o rumo dessa história em Londrina. Foi em 1952 que Betty Veiga, Maria Luiza Machado e Elza Pinho de Brito fundaram o Conservat[...] Leia mais
1950
Na rua Sergipe, entre as esquinas das ruas Minas Gerais e Mato Grosso, surgia um dos cenários mais elegantes da Londrina dos anos 1950 e 1960: o salão de cabeleireiros de Mario Takinami. A fotografia, cheia de vida e detalhes, revela um ambiente efervescente.A preocupação feminina com a beleza sempre existiu, e em Lond[...] Leia mais
1950
Em 18 de setembro de 1950, Londrina viveu um de seus momentos políticos mais emblemáticos: o comício de Getúlio Vargas, então candidato à presidência da República. A fotografia histórica, feita por Augusto Galante, mostra uma multidão aglomerada na praça Rocha Pombo, entre as ruas Benjamin Constant e Sergipe. Homens, m[...] Leia mais
1951
Entre as décadas de 1951 e 1965, a rua Sergipe abrigou uma das mais singulares alfaiatarias de Londrina: a Alfaiataria Dutra. Mais do que um ateliê de corte e costura, o local se transformou em ponto de encontro, símbolo de trabalho árduo e também de encanto para gerações de londrinenses.Instalada inicialmente na rua D[...] Leia mais
1950
Nos anos 1950, Londrina era uma cidade que pulsava com o vigor dos novos tempos, e nada representava melhor essa vitalidade do que a movimentação incessante registrada no cruzamento da rua Sergipe com a avenida São Paulo. A fotografia de Yutaka Yasunaka revela uma cena vibrante: passageiros se aglomeram sob a marquise [...] Leia mais
1958
Novembro de 1958. A fotografia descreve um momento crucial da rua Sergipe, vista a partir da esquina com a rua Pernambuco. A cena é de preparação intensa: a via, até então marcada por chão batido e, posteriormente, por paralelepípedos, estava prestes a receber a tão esperada camada de asfalto. A imagem revela a rua tom[...] Leia mais
1955
Mais que uma associação, a Associação Cultural e Recreativa Okinawa de Londrina (ACROL) é a materialização de um sentimento coletivo que atravessa gerações: o de pertencimento e união entre descendentes de imigrantes de Okinawa no Norte do Paraná. Fundada oficialmente em 27 de abril de 1955, a entidade é fruto de um lo[...] Leia mais
1950
Como relíquias guardadas, os antigos passes de ônibus urbano de Londrina são testemunhos de décadas de deslocamentos, rotinas e transformações. Na imagem apresentada, vemos uma paleta de cores e formatos que nos permite viajar por diferentes momentos da história do transporte coletivo da cidade.Um dos mais antigos é o [...] Leia mais
1950
A história de Londrina não se faz apenas de colonização, urbanismo e café. Ao longo das décadas, os clubes esportivos e recreativos desempenharam um papel central na vida social da cidade, promovendo integração comunitária, práticas esportivas e momentos de lazer que marcaram gerações. Surgidos ainda nos primeiros anos[...] Leia mais
1950
Ao longo de suas nove décadas de existência, Londrina experimentou profundas transformações sociais e urbanas e também mudanças significativas em seu clima e ambiente natural. Ainda que pouco explorada em profundidade pelas narrativas históricas tradicionais da cidade, a questão climática ocupa papel decisivo na trajet[...] Leia mais
1950
Na imagem capturada nos anos 1950, a avenida Paraná fervilha em sua função original: uma artéria central da Londrina que emergia para o mundo como capital do café. Antes de tornar-se o famoso Calçadão, símbolo de uma cidade moderna e voltada ao pedestre, a avenida era espaço de convivência entre ônibus, caminhões, char[...] Leia mais
1957
Em Londrina, poucos cenários falam tão alto quanto a Concha Acústica. A fotografia feita por Oswaldo Leite, em março ou abril de 1957, segundo estimativas dos autores do livro “Memórias Fotográficas” eterniza o momento em que arte e arquitetura se fundem no centro da cidade. A obra, ainda em acabamento, com os bancos e[...] Leia mais
1951
Na década de 1940, Londrina era um canteiro de sonhos em concreto. O café ascendia como ouro em pó e, no centro da cidade, um grupo de homens ousava erguer um símbolo de modernidade e sofisticação urbana. Surgia o conjunto “Autolon - Ouro Verde - Calloni”, marco da consolidação de uma cidade que queria mirar o futuro c[...] Leia mais
1950
Em meio à efervescente transformação de Londrina nos anos 1950, o Bosque Central foi palco de grandes mudanças que refletiam a crescente urbanização da cidade. Se antes era uma pequena “amostra” preservada da mata original do Norte do Paraná, símbolo da exuberância da região, a partir de 1953, o local passou por divers[...] Leia mais
1955
No dia 15 de setembro de 1955, Londrina deu um passo fundamental na proteção à infância com a abertura dos serviços da creche da Casa da Criança. A necessidade de um espaço dedicado aos filhos de mães trabalhadoras já era amplamente debatida na cidade, e a inauguração da instituição representou um alívio para muitas fa[...] Leia mais
1952
Ao longo de sua história, Londrina tem sido marcada por processos de transformação urbana que ressignificam espaços e preservam sua memória. Um dos exemplos mais emblemáticos dessa dinâmica foi a conversão da antiga Estação Rodoviária em Museu de Arte, um marco tanto para a cultura quanto para a arquitetura da cidade.P[...] Leia mais
1952
No final de 1952, a cidade de Londrina estava tomada por grande expectativa. A inauguração do Cine Ouro Verde prometia transformar o cenário cultural do interior do Paraná, trazendo uma sala de exibição com padrões comparáveis aos das grandes capitais. A Folha de Londrina acompanhou de perto essa espera ansiosa, public[...] Leia mais
1950
A antiga Igreja Matriz de Londrina, substituída pela atual Catedral Metropolitana, mais do que um templo religioso, era o grande palco dos momentos mais marcantes da sociedade londrinense nas décadas de 1950 e 1960. Sua imponente arquitetura de estilo neogótico, com duas torres simétricas, foi testemunha de inúmeras ce[...] Leia mais
1950
A fotografia em preto e branco da avenida Rio de Janeiro, no trecho entre a avenida Paraná e a rua Sergipe, capturada em algum momento dos anos 1950, oferece um vislumbre marcante do ritmo de uma Londrina em plena efervescência econômica e social. O calçamento de paralelepípedos, característico de centros urbanos da ép[...] Leia mais
1959
Em 1959, quando Londrina celebrou seu Jubileu de Prata, a cidade ganhou um presente artístico e histórico que simbolizava seu impressionante crescimento urbano. No Paço Municipal, localizado na esquina das ruas Santa Catarina e Minas Gerais, foi instalado um painel de azulejos que retratava duas Londrinas: uma de 1934,[...] Leia mais
1956
A história da aviação em Londrina é marcada por desafios, ousadia e progresso. A construção do segundo aeroporto da cidade, inaugurado em 8 de abril de 1956, foi um passo decisivo para consolidar Londrina como um importante centro urbano e econômico no Paraná. Antes mesmo de sua inauguração oficial, o novo aeroporto já[...] Leia mais
1958
Em um tempo em que o acesso ao cinema não era tão amplo e imediato como nos dias de hoje, grupos de entusiastas se organizavam para assistir e debater filmes, promovendo uma experiência cinematográfica diferenciada e reflexiva. Esse era o propósito do Foto Cine Club de Londrina, provavelmente o primeiro e um dos mais i[...] Leia mais
1957
Fundada em um momento de efervescência no desenvolvimento de Londrina, a Rádio Paiquerê surgiu como um marco na comunicação do Norte do Paraná. Seu prefixo ZYS-57 entrou no ar em caráter experimental em janeiro de 1957, mas foi oficialmente inaugurado em 9 de fevereiro do mesmo ano. A emissora foi a terceira a operar n[...] Leia mais
1950
Construída para ser um símbolo do progresso no Norte do Paraná, a Estação Ferroviária de Londrina, inaugurada em 19 de julho de 1950, revela em suas origens uma trama de disputas políticas e urbanísticas. Prevista para ser entregue em dezembro de 1946, a obra enfrentou quase quatro anos de atraso devido a conflitos ent[...] Leia mais
1950
Nos primórdios de Londrina, os bares não eram apenas locais de lazer; eles desempenhavam um papel central na vida social e cultural da cidade. Eram pontos de encontro para comerciantes, trabalhadores e pioneiros, e seus balcões serviam como palco para negociações, debates acalorados e momentos de descontração. Entre os[...] Leia mais
1959
Em 10 de dezembro de 1959, Londrina presenciou a inauguração do Lago Igapó, uma obra que se tornaria um dos principais cartões-postais da cidade. Idealizado durante a gestão do prefeito Antônio Fernandes Sobrinho e inaugurado sob a administração de Milton Ribeiro de Menezes, o lago foi concebido como parte das comemora[...] Leia mais
1957
Em 1º de maio de 1957, Londrina inaugurou a Concha Acústica, uma obra que se tornaria símbolo da expressão artística e cívica da cidade. Localizada na praça Primeiro de Maio, a construção foi uma iniciativa do prefeito Antônio Fernandes Sobrinho, que vislumbrava um espaço dedicado a eventos culturais e celebrações comu[...] Leia mais
1952
A trajetória de José Bonifácio e Silva está repleta de iniciativas visionárias, e entre suas maiores realizações está a fundação do Banco Nacional do Paraná e Santa Catarina, conhecido como Nossobanco. Inaugurado em 29 de julho de 1952, em Londrina, o banco nasceu da parceria entre José Bonifácio, Horácio Sabino Coimbr[...] Leia mais
1950
Em meados do século XX, enquanto Londrina crescia como um importante polo agrícola, um médico italiano transformava sua paixão pelo cinema em obras que capturariam a essência da cidade e de sua gente. Orlando Vicentini, nascido em 1916, chegou a Londrina nos anos 1940, trazendo consigo o seu conhecimento em medicina, u[...] Leia mais
1952
Celso Antônio Alvares Gomes, engenheiro civil formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 1951, foi um dos pioneiros na construção civil em Londrina e um dos fundadores do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (CEAL). Mudou-se para Londrina em 1952, logo após sua formatura, com o objetivo de contribu[...] Leia mais
1951
O distrito de São Luiz, localizado na região sul de Londrina, a 32 km da sede do município, surgiu com a febre do café que impulsionou o desenvolvimento do Norte do Paraná. Oficialmente criado em 11 de junho de 1951, São Luiz ocupa o 5º lugar em extensão entre os distritos rurais de Londrina, com uma área de 153,361 km[...] Leia mais
1950
No centro de Londrina, um barracão de alvenaria, do período entre 1956 e 1962, ainda se mantém como testemunho da era do café, que impulsionou o desenvolvimento econômico da região. O barracão abrigava uma antiga máquina de beneficiamento de café e é parte de um conjunto arquitetônico significativo, composto por quatro[...] Leia mais
1958
Ricardo Otello Queirolo, nascido em 30 de janeiro de 1923 em São Paulo, carregava no sangue a tradição do circo. Filho de Elvira e Ricardo Queirolo, ele pertencia à terceira geração de uma das famílias mais importantes da história do circo brasileiro. Sua estreia no picadeiro foi aos sete anos, como parceiro de sua mãe[...] Leia mais
1959
Em 1959, Londrina celebrava um marco significativo em sua história: o Jubileu de Prata, 25 anos de emancipação política. Para eternizar essa data, duas obras foram concebidas pelo arquiteto e engenheiro Amilcar Neves Ribas, que se tornariam símbolos da cidade: a barragem do Lago Igapó e o imponente obelisco que marcava[...] Leia mais
1950
O prédio da Biblioteca Pública Municipal Pedro Viriato Parigot de Souza, antigo Fórum de Londrina, carrega uma dúvida histórica quanto ao autor do seu projeto arquitetônico. O edifício, de estilo eclético com elementos de base clássica que já apontam para a geometrização do Art Déco, não tem um consenso claro sobre seu[...] Leia mais
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