Conteúdos variados sobre o nosso passado.
A fotografia da sede campestre do Grêmio Literário e Recreativo Londrinense (GLRL) aponta primeiro para o espaço: área aberta, equipamentos de lazer e esporte, e a ideia de clube como território. Esse imóvel nasceu como expansão de um Grêmio que, por décadas, teve no centro de Londrina sua vitrine social e cultural, co[...] Leia mais
O distrito de Maravilha nasceu “patrimônio” e foi ganhando forma administrativa com o tempo. A reportagem “As várias Londrinas”, publicada pela Gazeta do Povo em fevereiro de 2013 e assinada por Daniel Costa, conta que o lugar faz parte do conjunto de oito distritos do município e ajuda a entender essa Londrina que não[...] Leia mais
O skyline é uma leitura rápida, basta olhar de longe para saber que a cidade mudou. Entre 1970 e 2000, Londrina ganhou essa segunda assinatura. Os 1.670 edifícios erguidos no período, conforme conta Viviane Rodrigues de Lima Passos, na dissertação “A verticalização de Londrina: 1970/2000 – a ação dos promotores imobili[...] Leia mais
A verticalização não aparece só na fachada. Ela aparece na pressão da água, na carga do transformador, na fila de carros no quarteirão. Entre 1970 e 2000, quando Londrina ergueu 1.670 edifícios, a cidade precisou adaptar sistemas pensados para outro regime: menos concentração, menos demanda simultânea, menos “altura” c[...] Leia mais
A fotografia, feita na virada dos anos 1940 para 1950, enquadra a avenida Paraná a partir da praça Marechal Floriano Peixoto, mirando o encontro com a avenida Rio de Janeiro. É uma cena de centro ativo: lojas abertas, gente na calçada, pequenos grupos parados à porta, e uma rua que já funciona como vitrine pública do c[...] Leia mais
A verticalização em Londrina não foi obra de um único “ciclo” nem de um punhado de empresas onipresentes. Entre 1970 e 2000, os números mostram que, por trás dos 1.670 edifícios erguidos no período, aparecem 514 agentes diferentes. São construtoras, incorporadoras, investidores, grupos familiares e também instituições [...] Leia mais
A fotografia do início dos anos 1950 mostra Londrina em camadas. Em primeiro plano, na base, o pátio ferroviário: galpões paralelos aos trilhos e conjuntos de vagões alinhados, formando um desenho industrial bem legível. Acima dele, a cidade começa a preencher o quadro com casas, ruas e quadras ainda abertas. Surgem vo[...] Leia mais
Em 1972, um curta em 16mm iniciado no entorno do prédio do Relojão, no atual Calçadão, virou assunto de redação. O músico Paulinho Barnabé, irmão mais novo de Arrigo Barnabé, começou a filmar ali uma produção local. E a imprensa londrinense, ainda antes de qualquer “cena” consolidada, registrou que havia algo em curso.[...] Leia mais
Em 1977, a Construtora Brasília inovou mais uma vez ao construir o residencial Morada do Sol na avenida Madre Leônia Milito, hoje acesso ao Shopping Catuaí. Não eram edifícios isolados, mas um complexo de 9 prédios de 4 pavimentos cada, criando um conceito de condomínio horizontal que se tornaria tendência na construçã[...] Leia mais
A imigração japonesa desempenhou um papel significativo na formação cultural de Londrina, e essa influência estendeu-se para o cinema local. Desde os primeiros registros de Hikoma Udihara até obras contemporâneas, a cultura japonesa tem sido uma fonte de inspiração e temática recorrente.Hikoma Udihara, pioneiro cineast[...] Leia mais
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