1942

Ainda nào se vê calçamento, tampouco “cidade” no sentido de quarteirões fechados. Mas é possível identificar um território produtivo, com o horizonte ocupado por casas e ruas que sobem em direção ao alto da imagem. Além do pátio ferroviário, chama a atenção a Fábrica de Tubos, instalada na esquina da rua Heimtal (atual avenida Duque de Caxias) com a rua Acre, indicada à direita na fotografia.
Inaugurada no mesmo ano e reconhecida como a primeira fábrica de tubos e guias de concreto de Londrina, foi um empreendimento importante quanto à infraestrutura para drenagem, condução de água e ordenamento de ruas num município que ainda estava formando a sua parte urbana.
Ao longe, no alto do horizonte, aparece a rua Quintino Bocaiuva. À direita, estão a Serraria Fabrini, a Machina Taruma e os Barracões Sahão, compondo uma paisagem de serviços que foram se acomodando no entorno do pátio ferroviário. Num tempo de transporte rodoviário ainda incipiente, o conjunto ferroviário era o espaço que organizava tudo ao redor.
Em 1942, Londrina já precisava produzir suas próprias peças de cidade, e fazia isso com cimento, trilho e serraria.
Fontes: página no Facebook “Londrina e Norte do PR : Memórias e Fotos Atuais” / Museu Histórico de Londrina Padre Calros Weiss/ Acervo fotográfico: Foto Estrela / Acervo Londrina Histórica.
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